Você conhece a alta frequência?

Alta frequencia

Alta frequência é um aparelho que gera gás ozônio através de descargas elétricas em átomos de oxigênio. No interior do seu eletrodo de vidro, encontramos vácuo (ar rarefeito) ou gás (neon). Através da formação do campo elétrico por meio das correntes alternadas de alta frequência, é produzido o gás ozônio, cujo qual possui grande ação oxidante e tóxica, possuindo a capacidade de degradar a membrana e a parede celular dos microrganismos.

Essa técnica, portanto, pode ser utilizada com eficácia em diversas disfunções devido à sua ação bactericida, fungicida e bacteriostática.

A alta voltagem também produz ação térmica, podendo ainda ser empregada com o objetivo de vasodilatação e oxigenação tecidual além de facilitar a permeação de ativos.

Quais profissionais podem utilizar?

A ação da alta frequência pode viabilizar uma série de procedimentos para profissionais da área da saúde, estética e beleza, como esteticistas, tricologistas, podólogos, enfermeiros, fisioterapeutas dermatofuncionais, etc.

A seguir, você entende mais sobre a aplicação em procedimentos dessa área. Não deixe de conferir!

Em quais procedimentos pode ser utilizado?

Esta tecnologia é um recurso vastamente descrito na literatura e pode beneficiar diversos procedimentos na área da estética e saúde, abaixo, vamos citar os mais usuais:

  • Tratamentos faciais diversos – hidratação e revitalização da pele, desinfecção da pele acnéica, pós extração de comedões e pústulas na limpeza de pele;
  • Terapia capilar  – melhora da oxigenação e desinfecção do couro cabeludo, permeação de ativos, tratamento da dermatite seborreica e alopecia;
  • melhora na saúde das unhas e micoses, pós extração e tratamento de feridas inflamadas em diversos protocolos podológicos;
  • pós depilação;
  • cicatrização e desinfecção de úlceras e feridas.


Há contraindicação?

Pessoas com marca-passo ou com pinos na área de tratamento não podem utilizar a técnica. O mesmo ocorre com portadores de câncer, diabetes descompensada, hipertensão, epilepsia e insuficiência renal e cardíaca. Gestantes devem esperar até o fim da gravidez para empregar o método, de acordo com recomendações do médico.

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